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As 25 melhores e piores séries originais da Netflix de 2017

25. Disjointed (média da crítica: 17%)

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A crítica detestou a nova série de Chuck Lorre (criador de The Big Bang TheoryTwo and a Half ManMom) e fez questão de realçar o texto cansado do autor e as repetições infinitas de suas piadas, que reciclou tudo na produção da Netflix, apenas colocando a maconha como tema central.

24. Punho de Ferro (média da crítica: 17%)

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A adaptação do herói da Marvel foi detestada tanto pela crítica quanto pelos fãs, e quase todo mundo concordou que, apesar de um elenco carismático, o protagonista era ruim, o roteiro era incoerente, e as lutas eram malfeitas. O pior? Os jornalistas acharam a série... chata. Não deu certo.

23. Friends From College (média da crítica: 23%)

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Aqui a única coisa que chamou a atenção da crítica foi como os roteiristas conseguiram juntar um elenco invejável de ótimos atores e fazer com que nem eles salvassem a série. Piadas ruins, roteiro de mau gosto e péssimos personagens fizeram de Friends From College uma das séries mais criticadas do ano. Mas para quem curtiu, a Netflix deu mais uma chance e a renovou para uma segunda temporada.

22. Gypsy (média da crítica: 25%)

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Embora a boa atuação da Naomi Watts tenha sido lembrada, a crítica massacrou a série, especialmente na hora de analisar as ações absurdas dos personagens e as diversas pontas soltas que a série apresentou e que não serão juntadas, já que a Netflix cancelou a produção, e ela não retorna para um segundo ano.

21. Neo Yoki (média da crítica: 30%)

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Sobre essa ninguém falou muito, e o pouco falado não foi muito bom. A série não consegue desenvolver nada direito: nem seus personagens nem a crítica ao capitalismo e à sociedade materialista. Alguns sites disseram que a série tenta passar uma crítica social ferrenha, mas só passa mesmo frivolidade. Pesado.

20. Girlboss (média da crítica: 32%)

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Quase todos acharam a narrativa bagunçada e as ações da protagonista, irritantes. Ou seja, com uma história contada de maneira irregular e uma protagonista que não agradou, a série amargou um fracasso de crítica e público e acabou sendo cancelada não muito depois de seu lançamento.

19. O Justiceiro (média da crítica: 61%)

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Aqui as coisas já começam a melhorar, e as séries não ganham uma cotação tão baixa. O Justiceiro foi bastante elogiada, especialmente por seu realismo e sua coragem de mostrar cenas violentas e bastante depressivas. Alguns críticos apontaram, porém, que a série precisa ser mais dinâmica na hora de contar sua história. Mas no geral, a adaptação do herói da Marvel foi bastante querida.

18. Ozark (média da crítica: 64%)

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A série fez bastante sucesso neste ano, e o público embarcou na pesada história de Marty, mas as comparações com Breaking Bad e alguns furos no roteiro a prejudicaram e não escaparam aos olhos da crítica. Mesmo assim, Ozark foi uma das produções mais tensas do ano.

17. Santa Clarita Diet (média da crítica: 72%)

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Exemplo clássico de série "ame-a ou deixe-a". Muita gente adorou a mistura de comédia familiar clássica com um toque de zumbis, mas outros a acharam grotesca. No geral, a crítica achou a série bem simpática, ainda que com algumas piadas mal desenvolvidas, mas ela agrada por causa dos personagens carismáricos e das situações divertidas que vão aparecendo ao longo da temporada.

16. Os Defensores (média da crítica: 75%)

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Diferentemente das decepções que foram (ao menos para a crítica) as últimas produções dos heróis da Marvel para a Netflix, Os Defensores agradou boa parte da imprensa especializada, especialmente porque conseguiu desenvolver e dar espaço para todos os personagens. As críticas negativas ficam por conta dos clichês da trama, que não mostrou nada de original.

15. Wet Hot American Summer: Ten Years Later(média da crítica: 76%)

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O ótimo elenco certamente foi o que chamou mais atenção nesta temporada de We Hot American Summer. Embora não tenha ganhado uma atenção especial ao longo do mundo nem despertado elogios inflamados, a série conseguiu agradar boa parte da crítica com sua sátira aos filmes românticos. Os jornalistas, entretanto, deixaram claro que a série não conquista quem não embarca na ideia de um humor um tanto quanto tosco.

14. Atypical (média da crítica: 77%)

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Público e crítica parecem ter gostado bastante da série, especialmente pela habilidade com que o roteiro conseguiu mesclar drama e comédia sem deixar nada muito melodramático ou bobo. Algumas críticas negativas vieram por parte de psicólogos, que disseram que a série estava distorcendo o modo de um adolescente viver com autismo.

13. 13 Reasons Why (média da crítica: 83%)

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Aqui as notas já começam a ficar altas. 13 Reasons Why foi um dos fenômenos da Netflix neste ano e garantiu uma segunda temporada, mesmo com o arco principal já fechado. Os principais elogios vieram do fato de os produtores lidarem com um assunto tabu — o suicídio — e colocarem o fato como protagonista da série, sem falar que o público foi obrigado a acompanhar o calvário de Hannah Baker sem poder fazer nada a respeito e ainda se identificar com diversas atitudes reprováveis dos personagens. Algumas críticas negativas vieram por causa dos diálogos um tanto ruins e algumas cenas que só serviram para criar barriga na história. Mas as piores críticas vieram de quem afirmou que a série glamourizou o suicídio, dando a ideia de que se matar pode ser uma ótima vingança. Você concorda com a afirmação?

12. Castlevania (média da crítica: 85%)

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Com apenas quatro episódios e não muito comentada, a animação foi bastante elogiada por não apresentar uma trama infantil e conseguir tratar de assuntos muito sérios, como a morte e a depressão.

11. Anne with an E (média da crítica: 87%)

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Com sensibilidade, a série da Netflix parecer ter derretido o coração da crítica, que destacou a fidelidade ao livro e a delicadeza da história, que fez bastante gente se emocionar.

10. She's Gotta Have It (média da crítica 88%)

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A série conseguiu expandir o universo do filme original e dar espaço a todos os personagens. Além de tudo isso, a história abordou assuntos importantes, como o papel do negro na sociedade e gentrificação. Por tudo isso, ela foi bastante elogiada.

9. Godless (média da crítica: 90%)

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Mesmo com um ritmo lento, a série agradou a crítica especializada com bons personagens e um roteiro que vai se desenvolvendo aos poucos. E ao contrário do que a Netflix propõe, muita gente garante que a série pode ser mais bem aproveitada se consumida aos poucos em vez de maratonada.

8. Desventuras em Série (média da crítica: 94%)

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A boa adaptação dos livros de Lemony Snicket fez bonito neste ano, e a crítica elogiou a forma inteligente de mesclar um drama familiar pesado com uma história mágica. A série, aliás, foi mais elogiada do que o filme de 2004.

7. GLOW (média da crítica: 94%)

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A despretensão de GLOW fez dela uma das séries mais elogiadas da Netflix neste ano. Com muita nostalgia e um roteiro redondinho, a série agradou público e crítica com um enredo original e divertido.

6. Mindhunter (média da crítica: 95%)

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Se tem uma série pela qual a crítica caiu de amores imediatamente, foi Mindhunter. Embora muita gente tenha reclamado do ritmo, a série de David Fincher foi muito elogiada por seu esmero no roteiro e por contar uma história absolutamente assustadora sem mostrar uma cena de sangue sequer.

5. Onde Day at a Time (média da crítica: 96%)

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Embora comédias tradicionais com risadas ao fundo estejam perdendo espaço na TV, o remake da Netflix parece ter agradado a crítica com uma história simples, mas divertida, que serve perfeitamente para relaxar depois de tantos dramas pesados na TV. E ainda traz uma gama de personagens muito carismáticos e piadas espertas que realmente fazem rir.

 

4. American Vandal (média da crítica: 97%)

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De forma surpreendente, American Vandal conseguiu satirizar os documentários seriados tão em alta hoje em dia, criar uma história engraçada e ainda fazer com que a gente ficasse interessado de verdade naquilo tudo. O tema da série parecia mais um besteirol, mas os episódios estão cheios de críticas sociais que são muito presentes no nosso a dia a dia.

3. Alias Grace (média da crítica: 98%)

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Depois do sucesso de The Handmaid's Tale (da Amazon), não demorou muito para a Netflix distribuir ela mesma uma adaptação de um livro da Margaret Atwood. Alias Grace arrebatou a crítica com uma história cheia de feminismo, abusos e com cenas claustrofóbicas que deixaram o público roendo a unha de tensão, além de trazer reflexões que ficam na nossa cabeça depois de muito tempo.

2. Dear White People (média da crítica: 100%)

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Com personagens fortes e uma história absolutamente crítica, Dear White Peopleescancarou o racismo de forma esperta e entregou uma comédia que faz rir e pensar (muito) sobre a sociedade atual e todo o sistema.

1. Big Mouth (média da crítica: 100%)

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Séries adolescentes existem aos montes, mas Big Mouth conseguiu criar uma história extremamente honesta, lúdica e que leva às telas questionamentos que todos nós já tivemos um dia.

Este texto foi escrito por Rodrigo de Lorenzi via N-experts.

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